Porque a fome que eu tenho é de mim mesma.
É de entender esse turbilhão de sentimentos.
É de compreender o desafio que me move.
E a paixão que me inebria.
É de saber porque eu levanto todos os dias.
E o por que, de impulso, o sorriso vem.
É a sede do saber. É a busca, é o querer.
É saciar a birra infantil e compreender o que eu mesma escondi de mim.
É desentranhar o escondido no meu ego
E deixar brotar os devaneios que me mantém viva.
É mais que sentir a vida.
É pulsar.