Vai, Toma!
Bebe um pouco mais da minha alma,
embriaga-se tanto quanto em meus devaneios.
Sente o suplício de um ser, supostamente humano
(vez que sente a pulsação em sua garganta)
Mas tão mumificado pelo gélido olhar posto à humanidade.
Vai, Sai!
Finge que a porta não está aberta
... e volta!
Administra a horripilante rotina torpe,
tão típica de funcionário público de alto escalão!
Vai, volta!
Revolve-se em si,
tripudia seu próprio dia,
e adormece na pugente e latência da vida!
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