domingo, 7 de novembro de 2010

Metade

Ah! É a metade que falta!
Como se de um laço faltasse a parte,
E do elo carecesse a ligação.


É como se a noite não entardecesse
Pela luminosidade da lua,
Brilhando o corpo, no chão.


É como se eu clamasse pelo seu oculto
Escondido, disfarçado, segurando a ferro o desejo, em vão....


É pelo seu complemento que eu choro.
E pela falta que essa parte me faz.
Porque pouco a pouco, num instante,
Reconheci a mim mesma,
Pelo simples reflexo do seu olhar.


Pela pele. Pelo desejo.
Mas por muita coisa além e mais.

 É do algo mais que me alimento dia a dia.
Nutre o aconchego do seu lar.
Seu peito, Meu lar.
Onde a calma e a gratidão
Trazem-me a felicidade,
Por você.

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