Ai, ai!
Aperta. Amarga.
Trava.
Gela.
E não se justifica...
E transpira.
Aguarda. Espera.
Então pressente.
Pressente...
Tem algo que estar por vir...
Algo o qual se quer sei explicar.
Não sei traduzir, tampouco mensurar.
Sinto o por vir.
Sinto se aproximar.
As pegadas ecoam cada vez mais alto, dia a dia,
Trazendo o destino que parei para aguardar...
Não sei o que estou esperando.
Mas sinto o ar quente atrás da minha nuca.
Um entalado nó na garganta...
Um suor frio na testa e mãos...
Não sei se bom. Não sei se ruim.
Quem me antecipou a surpresa foi o aperto no coração,
Há dias acelerado.
Tira-me o fôlego até para as atividades mais pueris.
Pressinto...
Pressinto tanto que quase apalpo!!
Aperto ao vindouro fim,
Com cara de começo
De início, de rebentar.
Que feição esse novel trará?
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